Penso, logo…

Em 1637, o filósofo francês René Descartes produziu a obra O discurso do Método, em que consta a célebre frase: PENSO, LOGO EXISTO. De acordo com alguns autores, essa obra condensa a essência do movimento Iluminista (buscar o conhecimento absoluto e irrefutável por meio da razão e da ciência, e seria ela, nossa amiga razão, que promoveria mudanças sociais estruturais para que o ser humano atingisse um estado de existência pleno).

Sem menosprezar toda a preciosa herança cultural proveniente desse movimento, muitas transformações históricas e paradigmas modernos (ou pós modernos, para alguns), nos mostraram que a razão e a ciência não são infalíveis, não são suficientes para darmos conta de tudo o que nos angustia. Nossa existência não é linear (nem evolutiva, arrisco afirmar), somos movidos por emoções que, muitas vezes, não compreendemos e não controlamos. Portanto, a complexidade humana deve ser investigada a partir de outros parâmetros (arte, psicanálise, relação entre corpo e mente, etc.).

Sem mais delongas, em minhas inúmeras caminhadas pela cidade de São Paulo, atrás frases, poemas e citações pixados em espaços públicos (uma grande paixão), me deparei com releituras dessa frase, que apresento a vocês como uma maneira de provocar reflexões e sentimentos:

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2 comentários sobre “Penso, logo…

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