Brechas nas alturas

Um poema fotográfico realizado no topo do prédio Mirante do Vale.

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A vertigem incita a curiosidade. Para o alto, sempre, infinitamente, até onde os olhos não alcançam mais.

No topo do Condomínio Mirante do Vale (o prédio mais alto do Brasil, acreditem!), tento criar formas. Meus olhos incrédulos procuram brechas na vastidão/vento, vastidão cinza, na altura impossível.

Nas infinitas possibilidades de ver, até que seja possível OLHAR.

Deixo um agradecimento especial ao incrível MiranteLab, por essa e tantas outras experiências maravilhosas.

 

 

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Um comentário sobre “Brechas nas alturas

  1. Tunico Ferreira 18 de novembro de 2016 / 11:12

    SEMPRE , A QUEDA

    Querer e ter medo de voar dentro ou fora de todos os abismos.

    Cair dentro e estar sempre fora , a espera de tudo que é absoluto
    e divino (o que somos, dizem todos os deuses, é uma fragilidade sem esperança).

    Encontrar todos os demônios da queda em nossa frágil ascensão e sorrir de medo por não saber voar.

    Somos este entre, presos na gravidade do ser.

    Bianca Lunna você sempre consegue o mais lindo da minha emoção ❤

    Curtir

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