Poesias nas ruas e os sentidos dos eus

Uma das coisas que mais gosto de fazer é sair pelas ruas e fotografar. Costumo captar frases, poemas, pixações e rasuras fincadas poeticamente na pele da cidade (muros, postes, tapumes, calçadas, etc.). Esse projeto fotográfico tem sido construído há alguns anos, o que me faz refletir constantemente sobre suas possibilidades e bifurcações.

No último dia 22, completei 37 anos. E resolvi passar meu dia fotografando, na companhia do meu querido amigo Tunico. Percorremos algumas ruas do centro da cidade, e meus olhos automaticamente vasculharam as entranhas das ruas em busca das tais frases e poemas. Perto da estação República, num quadro de energia, encontrei dois poemas, que me fizeram mergulhar numa reflexão sobre a existência, os sonhos, aspirações, batalhas interiores, libertações, hesitações e desejos. Um belo e inesperado presente.

Agradeço, carinhosamente, ao O flanador por esse encontro com a poesia e os sentidos dos eus.

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